domingo, 11 de setembro de 2011
Pela primeira vez não gostei de ver a nossa bandeira asteada
Hoje não se ouviu falar de outra coisa senão das Torres Gémeas, e numa das homenagens tinha lá as bandeiras de todos os países que sofreram perdas, e a nossa bandeira estava lá, infelizmente. E assim vim aqui, prestar homenagem às quase três mil pessoas perdidas por guerras que não pediram para travar, famílias que choraram a morte de pessoas que amavam mais cedo do que o 'previsto'. Eu tenho a dizer aquilo que digo a toda a gente que perde alguém - Agora tens um motivo para sorrir duas vezes!
E agora pergunto, é normal milhares de pessoas inocentes morrerem sem nunca terem pegado numa arma? É normal famílias ficarem destroçadas porque aqueles que tentaram salvar mais um e outro, continuaram lá a tentar salvar mais em vez de sair dali?Aquilo é normal?
E a imagem é aquela mesmo! Para se ver tristeza liga-se a televisão :c
sábado, 10 de setembro de 2011
Outra pergunta universal
Porque é que o céu é azul,...?
Porque é que a Terra é 'redonda'?
Com tanta gente a quem isto podia acontecer porquê a mim?
Entre outras perguntas... que eu era capaz de apostar que todos nós já fizemos e para as quais ainda não conseguimos arranjar uma resposta que não acabasse com outra pessoa a fazer uma observação e um não sei da nossa parte.
E a da imagem é uma delas, ora vocês que são donos/as de uma grande inteligência filosófica, dêem-me lá as vossas respostas
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Eu não percebo, mas se me puderem explicar...
Houve um tempo em que não acreditei que houvessem pessoas que fizessem isto a elas mesmas, até que vi,
o que a miúda me disse foi que o fazia porque era giro.
Mas o que é que isto tem de giro?!
Alguém me sabe explicar?
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Novo Desafio do Selo
Já faz um tempinho que não lanço um novo desafio; pois no outro dia suscitou-me a curiosidade de saber o porquê do nome dos vossos blogs muito devido ao selo da menina Sofia (espero que não te importes que utilize a tua ideia).
Como tal o novo título é "O porquê do nome do blog", simples e acessível ;)
Fico à espera desses desafios feitos
O meu novo guarda-costas
Bem ontem fui à praia (estava bom a propósito), entre a praia e a minha casa são uns 500-600 metros, pelo menos, sempre a subir, ora eu já tinha andado um bocado, e vinha eu muito entretida a ouvir música, entretanto oiço aquela respiração de quando estamos cansados.
Muito rapidamente comecei logo a raciocinar que era alguém para me roubar, visto que ali acontece algumas vezes, viro-me para trás e vejo um cão daqueles grandinhos (pareceu-me que era arraçado de pastor alemão e rotweillwer, acho que é assim que se escreve), o problema é que eu tenho uma certa fobia de cães grandinhos (sim porque "medo, é uma coisa que não me assiste" ahah).
Conclusão ele veio comigo até casa, sempre a arfar, cheguei a casa cheia de pena dele tive de lhe ir arranjar água, ontem era meia-noite e ele ainda estava à porta de minha casa.
Talvez os cães sejam mesmo o melhor amigo do Homem, porque eu não conheço o canídeo de lado nenhum e ele veio ali sempre ao meu lado.
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Pedaços da Vida XIX
Olhei para trás e reparei que o Gustavo estava a falar com o Tomás.
Alice – Gustavo, vamos embora.
Ele mandou um último olhar ao Tomás, pegou na prancha e veio também. Correu até perto de mim e pôs o braço por cima dos meus ombros.
A – Mas o que é que tu pensas que estás a fazer?
A minha mão já estava a segurar-lhe no braço de forma a tirá-lo de cima de mim.
Sorriu, quase implorando-me que fizesse parte daquele teatrinho. E eu deixei.
Voltei a rir-me. Não ia deixá-lo perceber que talvez não estivesse totalmente errado.
A – No entanto não passam de sonhos.
Agora foi a vez de ele se rir. Gosto do riso dele, feliz, leve, suave, acolhedor. Único.
G – Não me provoques, Alice.
A – Senão o quê?
Riu-se de novo, no meu rosto estava com certeza um sorriso que visava a provocá-lo.
G – Senão não te deixo sair deste carro sem adiantar a minha prenda de Natal e tornar pelo menos um sonho realidade.
A – Então, vais ligar à Lara?
G – Ciúmes Alice?
Lá vinha o seu sorriso trocista.
A – Porque é que que haveria de ter ciúmes? Que eu saiba somos apenas amigos Gustavo.
Boa Alice, pode ser que ele não perceba a tua atrapalhação com a segunda frase.
Sorriu para mim e voltou a fixar a sua atenção na estrada.
(…)
Chegámos aos carros, o Gustavo abriu o porta-bagagens e pôs lá dentro a prancha.
Simão – Alice, importas-te de ir com o Gustavo? Podes levá-la?
Gustavo – Por mim tudo bem.
Eles queriam ir juntos… Bora Alice, alinha.
Alice – Por mim também.
Entrei dentro do carro, ao mesmo tempo do Gustavo. Ele ligou o rádio onde tocava uma música qualquer dos The Script.
Depois de uns momentos de silêncio entre nós, resolvi perguntar-lhe.
A – O que é que lhe disseste?
G – Para te deixar em paz.
A – E ele?
G – Acho que o deixei a pensar que andávamos.
A – O que é que lhe disseste?
G – Para te deixar em paz.
A – E ele?
G – Acho que o deixei a pensar que andávamos.
Pensei por momentos, aquilo era capaz de ser boa ideia. Ri-me.
A – Sempre a manifestar os teus sonhos, Gustavo…
G – Talvez tenhamos sonhos comuns…
Olhou para mim com um sorriso e piscou-me o olho.
A – Sempre a manifestar os teus sonhos, Gustavo…
G – Talvez tenhamos sonhos comuns…
Olhou para mim com um sorriso e piscou-me o olho.
Voltei a rir-me. Não ia deixá-lo perceber que talvez não estivesse totalmente errado.
A – No entanto não passam de sonhos.
Agora foi a vez de ele se rir. Gosto do riso dele, feliz, leve, suave, acolhedor. Único.
G – Não me provoques, Alice.
A – Senão o quê?
Riu-se de novo, no meu rosto estava com certeza um sorriso que visava a provocá-lo.
G – Senão não te deixo sair deste carro sem adiantar a minha prenda de Natal e tornar pelo menos um sonho realidade.
A – Então, vais ligar à Lara?
G – Ciúmes Alice?
Lá vinha o seu sorriso trocista.
A – Porque é que que haveria de ter ciúmes? Que eu saiba somos apenas amigos Gustavo.
Boa Alice, pode ser que ele não perceba a tua atrapalhação com a segunda frase.
Sorriu para mim e voltou a fixar a sua atenção na estrada.
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