quinta-feira, 8 de setembro de 2011

O meu novo guarda-costas

Bem ontem fui à praia (estava bom a propósito), entre a praia e a minha casa são uns 500-600 metros, pelo menos, sempre a subir, ora eu já tinha andado um bocado, e vinha eu muito entretida a ouvir música, entretanto oiço aquela respiração de quando estamos cansados.
Muito rapidamente comecei logo a raciocinar que era alguém para me roubar, visto que ali acontece algumas vezes, viro-me para trás e vejo um cão daqueles grandinhos (pareceu-me que era arraçado de pastor alemão e rotweillwer, acho que é assim que se escreve), o problema é que eu tenho uma certa fobia de cães grandinhos (sim porque "medo, é uma coisa que não me assiste" ahah). 
Conclusão ele veio comigo até casa, sempre a arfar, cheguei a casa cheia de pena dele tive de lhe ir arranjar água, ontem era meia-noite e ele ainda estava à porta de minha casa.

Talvez os cães sejam mesmo o melhor amigo do Homem, porque eu não conheço o canídeo de lado nenhum e ele veio ali sempre ao meu lado.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Pedaços da Vida XIX

Olhei para trás e reparei que o Gustavo estava a falar com o Tomás. 

Alice – Gustavo, vamos embora. 

Ele mandou um último olhar ao Tomás, pegou na prancha e veio também. Correu até perto de mim e pôs o braço por cima dos meus ombros.



A – Mas o que é que tu pensas que estás a fazer? 

A minha mão já estava a segurar-lhe no braço de forma a tirá-lo de cima de mim. 

Gustavo – Não faças isso, colabora comigo!

Sorriu, quase implorando-me que fizesse parte daquele teatrinho. E eu deixei.

(…)

Chegámos aos carros, o Gustavo abriu o porta-bagagens e pôs lá dentro a prancha. 

Simão – Alice, importas-te de ir com o Gustavo? Podes levá-la? 

Gustavo – Por mim tudo bem. 

Eles queriam ir juntos… Bora Alice, alinha. 

Alice – Por mim também. 

Entrei dentro do carro, ao mesmo tempo do Gustavo. Ele ligou o rádio onde tocava uma música qualquer dos The Script. 

Depois de uns momentos de silêncio entre nós, resolvi perguntar-lhe.

A – O que é que lhe disseste?

G – Para te deixar em paz.

A – E ele?

G – Acho que o deixei a pensar que andávamos. 

Pensei por momentos, aquilo era capaz de ser boa ideia. Ri-me.

A – Sempre a manifestar os teus sonhos, Gustavo…

G – Talvez tenhamos sonhos comuns…

Olhou para mim com um sorriso e piscou-me o olho.





Voltei a rir-me. Não ia deixá-lo perceber que talvez não estivesse totalmente errado.

A – No entanto não passam de sonhos.

Agora foi a vez de ele se rir. Gosto do riso dele, feliz, leve, suave, acolhedor. Único.

G – Não me provoques, Alice.

A – Senão o quê?

Riu-se de novo, no meu rosto estava com certeza um sorriso que visava a provocá-lo.

G – Senão não te deixo sair deste carro sem adiantar a minha prenda de Natal e tornar pelo menos um sonho realidade.

A – Então, vais ligar à Lara?

G – Ciúmes Alice?

Lá vinha o seu sorriso trocista.

A – Porque é que que haveria de ter ciúmes? Que eu saiba somos apenas amigos Gustavo.

Boa Alice, pode ser que ele não perceba a tua atrapalhação com a segunda frase.

Sorriu para mim e voltou a fixar a sua atenção na estrada.

Rules of a Lady

E no caso da menina Someone eu até acho que talvez seja melhor assim, mas tu é que sabes :)

Letras e Palavras

"Ela amava , ele gostava. 
Ela procurava um príncipe, ele a próxima . 
Ela sorria , ele ria dela . 
Ele descobriu que ela era única , e ela descobriu que ele era mais um."
Não é que eu concordo completamente com isto, é verdade verdadinha, há casos assim. 

terça-feira, 6 de setembro de 2011

IVETE SANGALO

Ivete Sangalo é Ivete Sangalo e mais nada.
Quem gosta bota a mão no ar!
Eu amo

Momento fútil

Visto que anda tudo a fazer post sobre unhas, apeteceu-me pintar as minhas também. 
E respondendo à - Dii -, como prometido, é este aqui.
Eu sei que as unhas estão feias, mas não houve paciência para arranjá-las primeiro.
E dando sequência a isto, e tu de que cores costumas pintar as unhas?

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Pedaços da Vida XVIII


Matilde – Oh Alice, aquele ali não é…


Alice – É Matilde!

Virei a cara para o outro lado da praia com esperança que ele não tivesse a lata de vir falar connosco. Mas foi em vão.

Tomás – Olá Alice. Matilde.

Matilde – Olá.

Ela que agora estava com cara de poucos amigos.

T – Alice, podemos falar?

Alice – Já te disse tudo o que tinha a dizer!

T – Matilde deixa-me falar com ela se faz favor…

M – Alice?

A – Não Matilde, deixa-te estar. Quem está mal, muda-se.

Olhei para ele, esperando que compreende-se o recado.

Atrás do Tomás surgiu o Gustavo e pouco atrás o Simão. E digamos que a cara do Gustavo não mostrava nem de perto nem de longe um ar amigável.

Gustavo – Algum problema?

T – E quem és tu? O cão de guarda?

Levantei-me da toalha.

A – Ouve lá mas quem é que tu pensas que és? Eu não quero saber de ti, não quero falar contigo. Mas se vens para aqui falar assim isto vai acabar mal.

G – Ai vai, vai…

O Simão olhava para o Tomás pronto para entrar em acção caso fosse necessário.

T – Tu é que sabes os otários com quem namoras.

Ri-me.

A – Vamos embora, isto ficou demasiado mal frequentado.

Agarrei na mala e na toalha e virei costas para sair da praia. A Matilde fez o mesmo, e o Simão pegou na prancha e na mochila.

- (Gustavo) –

Aproximei-me do tipo.

G – Ouve, deixa a Alice. Se tu voltas a magoá-la juro que dou cabo de ti, percebes?

T – Com que então andas a tentar comê-la? Não passas de um menino, ela nunca vai olhar para ti duas vezes!

Disse com ar trocista.

G – E quem é que te diz que já não olhou?

Era bom mas acabou

E pronto, a boa vida acabou. Agora é mais uma semaninha e lá começa a rotina de acordar de manhãzinha (quem inventou a escola às oito e meia não tinha de acordar às sete, ou então não gostava de dormir).
Boas notícias, o sol veio atrás de mim. 
Más notícias, já não venho aqui faz um tempão e estou completamente perdida nesta blogosfera. Entretanto vi que o número de seguidores aumentou razoavelmente na minha ausência, sejam bem vindas.
E por enquanto acho que é tudo, até logo.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Porcaria de tempo!


Não é que ontem choveu (aquela chuvita miuda, mas chuva).
Uma pessoa quer ir para a praia e o céu está nublado. Porra de tempo, mais ao santinho que não faz um trabalho decente! (Ainda há algum santo para esta altura? É que se há foi de férias com certeza!)