Queria agradecer a todos os que deixaram um comentário no post anterior. Obrigado.
Eram quase duas da manhã quando chegámos ao quarto. E agora três horas depois eu ainda me mexia na cama, sem conseguir pregar olho devido ao calor.
A – Sim.
G – Bora à piscina, não aguento este calor.
A – Estava a ver que nunca mais dizias nada. Vou à casa de banho vestir o biquíni.
(…)
(…)
Cheguei à piscina pousei a toalha e dei um mergulho. A água estava fresca em comparação com o ar abafado. Vim à superfície. E nadei até ao meio da piscina onde tinha pé.
G – Está boa?
A – Anda lá!
O Gustavo mergulhou e veio à superfície bem chegado a mim. Estávamos perto, demasiado perto para não acontecer nada. O nosso olhar estava fixo um no outro. Senti a mão dele na minha cara. E os lábios dele cada vez mas perto dos meus. Até que acabou por beijar-me.
Mas tudo aquilo começou a ficar cada vez mais escuro.
G – Alice!
Alguém estava a abanar-me.
G – Acorda Alice!
A – Ahn? O quê?
G – Estás bem?
A – Não.
Estava decepcionada!
G – Não? Mas estás a sentir-te mal?
A – Não, está tudo bem não te preocupes.
G – Queres que te vá buscar um copo de água?
A – Não, deixa eu vou lá.
Cheguei à cozinha, abri o frigorífico, e pus a água no copo que repousava no lavatório.
Boa Alice!
Voltei para o quarto. O Gustavo estava deitado na cama, pelo que aparentava, à minha espera.
G – Melhor?
A – Sim, obrigado.
Sorri.
G – Sonhaste comigo?
A – Ahn, o quê?
Oh não, ele sabe! Como é que ele sabe? Não acredito!
G – Se sonhaste comigo.
A – Oh Gustavo estás a passar-te, mas que pergunta é que é essa?
Riu-se.
G – Tu disseste o meu nome.
A – Disse?
G – Disseste! Vá, conta lá como é que foi o sonho…
(...)








