sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Pedaços da vida XV

Queria agradecer a todos os que deixaram um comentário no post anterior. Obrigado.

Eram quase duas da manhã quando chegámos ao quarto. E agora três horas depois eu ainda me mexia na cama, sem conseguir pregar olho devido ao calor. 

G – Ei, Alice, estás acordada? (sussurrou)

A – Sim.

G – Bora à piscina, não aguento este calor.

A – Estava a ver que nunca mais dizias nada. Vou à casa de banho vestir o biquíni.

(…)

Cheguei à piscina pousei a toalha e dei um mergulho. A água estava fresca em comparação com o ar abafado. Vim à superfície. E nadei até ao meio da piscina onde tinha pé.

G – Está boa?

A – Anda lá!

O Gustavo mergulhou e veio à superfície bem chegado a mim. Estávamos perto, demasiado perto para não acontecer nada. O nosso olhar estava fixo um no outro. Senti a mão dele na minha cara. E os lábios dele cada vez mas perto dos meus. Até que acabou por beijar-me.

Mas tudo aquilo começou a ficar cada vez mais escuro.

G – Alice!

Alguém estava a abanar-me.

G – Acorda Alice!

A – Ahn? O quê?

G – Estás bem?

A – Não.

Estava decepcionada!

G – Não? Mas estás a sentir-te mal?

A – Não, está tudo bem não te preocupes.

G – Queres que te vá buscar um copo de água?

A – Não, deixa eu vou lá.

Cheguei à cozinha, abri o frigorífico, e pus a água no copo que repousava no lavatório.

Boa Alice!

Voltei para o quarto. O Gustavo estava deitado na cama, pelo que aparentava, à minha espera.

G – Melhor?

A – Sim, obrigado.

Sorri.

G – Sonhaste comigo?

A – Ahn, o quê?

Oh não, ele sabe! Como é que ele sabe? Não acredito!

G – Se sonhaste comigo.

A – Oh Gustavo estás a passar-te, mas que pergunta é que é essa?

Riu-se.

G – Tu disseste o meu nome.

A – Disse?

G – Disseste! Vá, conta lá como é que foi o sonho…
(...)

Também já fui assim...

Quando era pequena também gostava de fazer o que me diziam para não fazer, só naquela de contrariar as pessoas e irritá-las, pois, entretanto cresci e aprendi que 'quem não gosta põe à beira do prato'.

E sim, isto é para ti que andaste a pôr não gosto nos posts, só naquela de me irritar.
Pois agora vais ter mesmo de comentar a dizer que não gostas, 'dar a cara' por aquilo que fazes. E considera isto um favor, estou a ajudar-te a crescer :). É que eu também sei ser irritante quando quero, e não faz parte do meu feitio 'deixar andar'...
Beijinho para ti ;)
P.S. Peço desculpa a todas as outras pessoas

O que eu encontro...

"Namorados, deviam de ser como uma bola de volei : Nós Gritamos 'É meu' e toda gente se afasta, mas não, são como bolas de futebol mal começa a rolar em campo vai tudo atrás."
Neste caso não me importava de ficar com a bola e o rapaz.
E vocês?

P.S. Gostava de saber o que é que a pessoa que pôs não gostei no post anterior a este, não gostou (apenas curiosidade) ;)

Passei só para vos informar...

... que duas das minhas queridas seguidoras já fizeram o desafio do selo, podem ir ao separador o selo oficial, onde estão os links para o blog delas e matar a curiosidade.
Aviso desde já que adorei o que elas escreveram ;)

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Pedaços da vida XIV

Para acabar com essa curiosidade (ou talvez não...) ;)

Já todos tinham acabado de comer, e eu tinha acabado de levantar os pratos, e estava agora a passá-los por água no lavatório. A Matilde levanta-se e vem para o meu lado.

Matilde – Vão andando para ao pé da piscina que nós tratamos da cozinha e já vamos lá ter.

Simão – Não me vou opor, lavar a loiça não é propriamente o meu passatempo preferido.

E saíram os dois.

M – Vamos, fala o que é que se passa?

A – Nada Matilde.

M – Se queres mentir, pelo menos sê mais convincente.

A – Ele ligou-me.

M – Quem?

A – O Tomás (disse baixinho).

M – O quê? O que é que ele queria?

A – Falar comigo.

M – Sobre o quê?

A – Não sei desliguei-lhe o telemóvel na cara.

A Matilde virou-se para mim e abraçou-me.

M – Oh Alice, ele não te merece.

Ainda a Matilde não tinha acabado a frase quando o Simão entrou na cozinha.

S – Há por aí algum gelo?

A Matilde dirigiu-se ao congelador e tirou de lá uma daquelas barras com pedras de gelo.

M – Toma.

S – Ainda demora muito?

A – Não, não, já está quase.

Dito isto, voltou costas e saiu.

M – Tu achas que ele ouviu?

A – Não sei.

M – E se ele pensa que nós estávamos a falar do Gustavo e lhe vai contar?
(...)

Adoro... #3

...quando vêm falar comigo e eu não conheço a pessoa. 
E depois ainda ficam com um ar muito surpreendido e perguntam "já não me conheces?", e eu respondo "não estou a ver, mas que idade é que eu tinha?", e me dizem que era pequenita.
Ora eu não me lembro o que é que comi à 3 dias atrás quanto mais de pessoas que conheci à mais de dez anos...

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Pedaços da vida XIII

Esta parte é narrada pelo Gustavo

A Alice atendeu o telemóvel e afastou-se, em direcção à janela.

Alice – Diz.

A voz dela não era propriamente amável.

A – Não posso dizer o mesmo.

Aliás nada amável mesmo.

A – Não tenho nada para te dizer.

Dizia rispidamente, perto de desligar a chamada na cara da pessoa com quem estava a falar.

A – Então se eu não preciso de dizer nada, fala com uma parede que o efeito é o mesmo.

Desligou.

Gustavo – Está tudo bem?

A – Está. Bora ver o que há para o jantar…

Não estava nada bem, mas também não achei que fosse a altura mais apropriada para lhe perguntar o que se tinha passado.

Depois da forma como tinha estado a falar ao telemóvel o mais provável era descarregar a raiva toda em cima de mim, pelo que apenas concordei.

G – Vamos.

Mas será que ela não percebeu? Fogo, Gustavo andas mesmo a perder qualidades! No meio de tanta gaja porque é que foste logo gostar desta? A Lara estava ali mesmo prontinha a semear, e tu nada! Não, a Alice é que é boa. A Alice que não quer saber de ti…

E depois daquela conversa tinha de lhe ligar um atrasado qualquer! Como é que lhe vou dizer que gosto dela? Ela não vai acreditar, como não acreditou até agora…

A – Ei, Gustavo, está tudo bem?

G – Está porquê?

A – Estou aqui à meia hora a perguntar-te o que é que achas que faça para o jantar…

G – Ah para mim qualquer coisa serve…

A – Ok. (sorriu)

Como eu gostava daquele sorriso. Fodas** Gustavo estás mesmo mal! A gaja deu-te a volta!

A Matilde e o Simão entraram na cozinha.

Matilde – Hum, cheira bem.

O Simão sentou-se à mesa, na cadeira ao lado da minha enquanto que a Matilde foi-se juntar à Alice nas panelas.

Simão – Olha lá está tudo bem contigo? (disse baixinho para que as nossas companheiras das panelas não ouvissem)
(...)

Perfeição

Há quem diga que a perfeição não existe. Pois na minha opinião a perfeição é relativa, tanto a nível visual como psicológico. Ora que eu saiba ninguém tem os mesmos gostos, pode gostar de uma coisa outra em comum mas não de tudo. E isso sim é perfeito!
Já viram o que era se toda a gente gostasse dos mesmos estilos, das mesmas músicas, dos mesmos rapazes/raparigas,...

E é por tudo isto que eu acho que a perfeição é relativa, e ainda bem que assim é.
E vocês o que é que acham da perfeição?

Vocês desculpem lá...

...mas eu tinha de dar a minha opinião acerca do Roberto.

Agora dizem que tá tudo bem e que fizeram um grande negócio porque ganharam 0,1milhões com ele, mas devem-se ter esquecido da porcaria toda que o homem fez. Pois eu não me esqueci, fiquem a saber; ele que tenha comprado bilhete só de ida!

E entretanto esta noite é para ganhar ;)
P.S. portistas, sportinguistas, bracarenses e afins, desculpem lá.
E o belo do vídeo .