terça-feira, 7 de junho de 2011

Eu achava que estávamos a ir para o Verão, mas já estou com algumas dúvidas :s

domingo, 5 de junho de 2011

Barreiras


"Os condicionalismos não podem ser vistos como limites, antes como um espaço em que o ser humano se situa para exercer a sua autonomia."

sábado, 4 de junho de 2011

Oportunidades

Nunca nos devemos esquecer que 'quando se fecha uma porta abre-se uma janela'

É grandinha mas vale a pena ler

Estava-mos num daqueles momentos de conversa e uma colega minha começou a falar de um livro que estava a ler, fez-nos uma síntese, e eu simplesmente adorei. Era mais ou menos assim...

Era uma vez uma mulher que escrevia semanalmente para uma revista, era uma espécie de colunista. Um militar, apaixonado pela escrita daquela mulher, decide escrever-lhe. Eles trocaram cartas apaixonadas, enquanto o militar estava na guerra. Numa das cartas, o militar pede à mulher que lhe mande uma foto dela.Ao que ela lhe responde que eles gostavam um do outro assim, não deveriam mudar isso pela aparência, porque isso não era o que eles eram, era o que eles pareciam. O militar, acha estranha aquela negação por parte da mulher que lhe escrevia aquelas cartas apaixonantes. Decidem então encontrar-se quando o militar viesse da guerra. Combinam encontrar-se perto de um relógio, e a mulher levaria uma flor vermelha ao peito.




O soldado voltou da guerra, e no dia combinado, foi para perto do relógio à espera da sua musa. Todas as raparigas que passavam ele esperava que fosse a sua. Até que passa uma rapariga muito bonita e ele vai atrás dela, mas acaba por ver que ela não tem a flor ao peito. Atrás dele, estava uma velhinha com uma flor vermelha ao peito, com idade para ser avó dele, que lhe diz ' sou eu quem procuras". O soldado sem saber bem o que fazer, convida aquela senhora que lhe escrevia e por quem se começara a apaixonar para almoçar com ele, pensando ser o mais correcto a fazer depois de todas as cartas que tinham trocado.


A mulher respondeu-lhe: Esta flor foi-me dada, para que viesse ter consigo ver o que me diria. A menina pediu-me que lhe desse este papel caso fosse amável para comigo.


No papel estava o nome de um café onde se encontraria com a rapariga das cartas. Essa rapariga era a mesma que passara por ele e ele pensara que poderia ser a sua amada.


A rapariga estava farta que a julgassem pela sua beleza exterior. E assim descobriu alguém que a amou pelo que era e não só pelo seu aspecto. A rapariga encontrou o amor verdadeiro.

Letras e Palavras #2



"- Amo-te!
- Também te amo!
- Prova-o, grita ao mundo que me amas.
( Rapaz sussurra ao ouvido)
- Amo-te
- Era para gritares ao mundo -.-
- Tu és o meu mundo."

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Só se vota a partir dos 18

Esta semana ia eu a entrar na escola e tinha,em cinquenta metros, três indivíduos com uns molhos enormes de panfletos de um partido político; quando vi aquilo só pensei, que desperdício!
Ora eu ando a tirar ciências s.económicas, e quando vejo este tipo de situações só meu lembro dos minutos que a stora de economia gasta a falar do estado do país. Pensem comigo, o nosso país está como está, há a troika, e as eleições, a crise do nosso país, o fmi, e afins; será normal estarem pessoas em idade activa, a impingir panfletos ás oito da manhã à porta da escola? Ainda por cima a pessoas que não têm idade para votar. Se fossem trabalhar é que podia ser que o pais andasse para a frente.


Mas minha gente não se esqueçam de ir votar Domingo!

Acordam-me e depois dizem que estou de mau humor

Eu odeio que me acordem. Não me perguntem porquê porque também não sei, mas a verdade é que fico com um humor péssimo. Motivo pelo qual dispenso muito bem que a mamã venha muito querida acordar-me. E isto aplica-se a qualquer hora, podem ser cinco da manhã ou três da tarde, mas o importante é que não me acordem. Até posso já estar acordada e estar só a fazer um pouco de ronha, mas não me acordem por favor, esperem mais cinco minutos que eu ei de me levantar.

Folhas e afins



Livros, trabalhos, testes; folhas e mais folhas. 
Vida de estudante cansa.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Feliz Dia da Criança

À uns anos atrás conheci um menino que me ofereceu todos os berlindes que tinha, pelos restos de comida que estavam no meu prato.  De frisar que tudo o que ele tinha eram aqueles berlindes. E quando lhe demos uma garrafa de coca-cola parecia que estava a sentir toda a felicidade que as crianças sentem durante aquele minuto em que estam a desembrulhar os presentes de Natal. Só que a alegria daquele mulatinho de cerca de 7 anos de idade perdurou, provavelmente, pelo resto da semana.
FELIZ DIA DA CRIANÇA